Destaque 2 – Pos 4 – Agência de Marketing Digital especialista em Inbound Marketing https://hml.organicadigital.com Entre as melhores agências de Inbound Marketing de 2019, 2020, 2022 e 2023! Somos especialistas em Marketing de Conteúdo, SEO, Google Ads, Criação de Sites e muito mais! Mon, 09 Mar 2026 15:14:07 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://hml.organicadigital.com/wp-content/uploads/2024/05/favicon-1-48x48.png Destaque 2 – Pos 4 – Agência de Marketing Digital especialista em Inbound Marketing https://hml.organicadigital.com 32 32 11 erros na qualificação de leads que você deve evitar https://hml.organicadigital.com/blog/piores-erros-na-qualificacao-de-leads-que-voce-deve-evitar/ Thu, 22 May 2025 03:00:00 +0000 https://hml.organicadigital.com/blog/piores-erros-na-qualificacao-de-leads-que-voce-deve-evitar/ Um dos grandes objetivos em qualquer estratégia de Marketing Digital é a geração de leads, mas a verdadeira mágica acontece mesmo é na qualificação de leads.

E não é à toa que isso é tão importante! Quanto mais leads qualificados você tem, maiores são as chances de aumentar as vendas da sua empresa. É como lançar várias linhas de pesca ao mar — quanto mais linhas, maior a chance de fisgar o peixe certo!

Mas aqui vai uma verdade que nem sempre é tão evidente: nem todos os leads que você gera estão prontos para comprar. É por isso que investir na qualificação de leads é essencial! 

Ao focar em identificar e trabalhar os leads qualificados, é possível avançá-los no funil de vendas corretamente e aumentar as taxas de conversão.

Então, para ajudar você a gerenciar melhor as oportunidades de negócio que surgem, listei abaixo os 11 piores erros na qualificação de leads que você deve evitar. Vem conferir!

Planilha Checklist Processo Comercial para SDR

1. Pecar na definição do público

Imagine que você é membro de uma famosa dupla sertaneja com músicas premiadas, sendo que estar no topo das mais tocadas já é um hábito. Em certa ocasião, você iniciou um show em sua melhor performance, os músicos estavam incríveis e a vibração entre todos estava empolgante!

Porém… Uma, duas, cinco, dez músicas depois, o público ainda não se moveu: está apático. Experientes, você e sua dupla começam a conversar com a audiência e utilizam todos os recursos que aprenderam ao longo dos seus 10 anos de carreira, mas nada — NADA — faz com que vocês consigam arrancar qualquer empolgação por parte dela.

Ao término do show, desnorteado, você procura seu empresário que, também desnorteado, busca a produção do evento:

"Estamos arrasados. Essa é a festa de final de ano da empresa X, uma empresa líder em tecnologia. A esposa do dono é apaixonada por vocês, mas, pelo visto, os funcionários gostam de rock…"

A moral da história? Conhecer bem o perfil do seu cliente ideal — ou, mais tecnicamente, a sua persona —, bem como suas preferências, dúvidas e problemas que enfrenta no dia a dia é essencial para o sucesso de uma estratégia de qualificação de leads.

Sem conhecer o seu público a fundo, são grandes as chances de você desperdiçar tempo (e dinheiro) oferecendo conteúdo para quem não se interessa por suas soluções.

Por isso, é muito importante definir bem a sua persona, evitando erros na sua comunicação!

"Guia completo: Como entender quem realmente é o cliente da sua empresa "

2. Pensar que os leads já conhecem a sua empresa

Outro erro muito comum no processo de qualificação de leads é presumir que eles já conhecem sua marca, seus produtos ou serviços a fundo. Com isso, você acaba deixando de produzir conteúdos de fundo de funil, essenciais para transformar leads em clientes.

Sem os conteúdos que contam a história da empresa, suas soluções, depoimentos e casos de sucesso, seu potencial cliente se sentirá inseguro. Ele terá dúvidas sobre a capacidade do seu negócio em ajudá-lo a conquistar seus objetivos, indo embora antes de comprar de você.

Cometer esse erro significa perder negócios, pois você educa o lead, mas nunca oferece a solução. No final, ou ele não compra de ninguém ou compra de um concorrente, que ficou feliz de ter encontrado um lead já qualificado por outra empresa — ou seja: uma venda muito mais fácil.

Dica: A Orgânica é uma Agência de Marketing de Conteúdo especialista em vendas. Saiba mais!

3. Dar importância apenas para o cargo do prospect

Muitas empresas dão grande importância ao cargo ocupado pelo prospect em uma estratégia de nutrição de leads. Geralmente, há a ideia que, quanto maior a posição hierárquica do lead dentro da empresa, maior será o seu poder de decisão.

Essa dica me faz lembrar da história que ouvi durante uma visita a uma empresa de implementação e customização de um software ERP líder de mercado em Curitiba.

O CEO dessa empresa solicitou que o comercial prospectasse ativamente determinada empresa. Após certo esforço, foi possível conversar com o presidente dela, que relatou:

"Agora vocês nos querem?! Quando solicitei para meu estagiário trazer um orçamento da sua empresa, vocês nem nos responderam. Agora já comprei da empresa Y."

Espantados, visualizaram em seu RD Station que o score daquele lead estava negativo. Por causa do cargo "Estagiário" relatado no formulário de contato, eles ignoraram a oportunidade sem nem ao menos responder para agradecer o interesse. Lição aprendida…

É essencial não cair nesse erro básico para não perder oportunidades. Afinal, é muito comum que um diretor, gerente ou até mesmo o dono de uma empresa delegue o processo de seleção de fornecedores.

Inclusive, é bastante frequente que aqueles que vão utilizar o produto ou serviço no dia a dia sejam os leads. Portanto, apesar de ser um dado relevante, focar apenas no cargo do prospect é um dos piores erros na estratégia de qualificação de leads.

4. Tratar todos os leads igualmente

Para garantir o sucesso de sua organização, é essencial compreender que os leads gerados em sua estratégia estarão em estágios diferentes no seu funil de vendas.

Por isso, lembre-se de que a segmentação é indispensável para uma comunicação eficiente. Ao ignorar as diferentes necessidades de cada cliente, toda a sua estratégia de qualificação de leads será prejudicada.

É por isso que é tão importante saber educar seus leads de forma eficiente, de acordo com o estágio do funil em que se encontram!

5. Focar apenas no curto prazo

Imagine que você está preparando um prato delicioso. Você tem os ingredientes necessários e todos eles são de ótima qualidade.

Durante o preparo, você segue toda a receita, exceto pelo tempo de cozimento, retirando o prato do forno antes do tempo. Essa pressa custará a experiência positiva com a refeição, que não sairá como o previsto, certo?

Ao lidar com a geração de leads, esse também pode ser o caso. É o que acontece quando o time tenta apressar uma venda, fazendo com que o consumidor não compreenda bem os benefícios que receberá ao escolher sua empresa.

Na prática, você não será capaz de nutrir seus leads com todas as informações para o fechamento do negócio. A consequência imediata é a perda de uma oportunidade que poderia se concretizar com um pouco mais de tempo e dedicação.

Então não se esqueça: a qualificação de leads não se preocupa apenas com a conversão. Em vez disso, o foco também envolve a construção de um relacionamento duradouro com cada um de seus consumidores.

Dando tempo ao tempo e seguindo corretamente as etapas da estratégia, seu negócio finalmente poderá alcançar ótimos resultados!

6. Não alinhar Marketing e vendas

Um dos principais e mais prejudiciais erros quando o assunto é a qualificação de leads é a falta de alinhamento entre os times de Marketing e vendas.

Basta imaginar o que acontece se os músicos de uma orquestra tocarem os próprios instrumentos da forma como desejarem. Por mais que eles acertem as notas, provavelmente não haverá harmonia musical.

Para a empresa, a falta de alinhamento entre Marketing e vendas significa que o Marketing gera oportunidades que não estão prontas para a compra ou que não se encaixam no ICP, por exemplo.

Por outro lado, o time de vendas pode descartar leads que, embora não estejam prontos para a compra, poderiam ser nutridos. O resultado é o mesmo: perda de oportunidades de vendas e de gerar renda.

Para evitar esse problema, é essencial realizar reuniões periódicas entre os setores e unir esforços, com alinhamento de metas e indicadores. Desse modo, é possível acertar na qualificação com menos esforço e mais eficiência.

Dica: Entenda Service Level Agreement (SLA) de Marketing e vendas!

7. Agir sem critérios claros de qualificação

Imagine uma pessoa que vai a uma feira comprar frutas, mas não tem ideia das características ideais para escolher os produtos certos.

Isso faz com que ela compre bananas que ainda estão verdes, laranjas que estão muito ácidas e limões com pouco suco, por exemplo. No final, ela perdeu tempo e dinheiro, já que não soube avaliar as características para selecionar os produtos certos.

Ao lidar com leads qualificados, pode ocorrer de modo parecido se você não tiver critérios claros, não irá gerar leads qualificados. Sem isso, não tem como medir qual é o nível de preparo que um lead tem para realizar a compra naquele momento.

Por isso, o ideal é estabelecer critérios claros de qualificação de leads — e que devem ser compartilhados entre Marketing e vendas. Com eles, é possível criar um sistema de pontuação (lead scoring), o que permite priorizar os leads mais próximos da compra.

Ao agir dessa forma, é possível direcionar esforços, sabendo quais leads precisam ser nutridos e quais estão prontos para uma abordagem de vendas. No final, o processo de vendas se torna mais eficiente.

Para definir esses critérios é essencial ter o perfil de cliente ideal (ICP), estabelecendo os critérios que indicam que essa é a pessoa certa.

Se a empresa oferece software para pequenas e médias empresas varejistas, o ICP pode ser um empreendedor de um comércio com faturamento de até R$ 1 milhão por ano.

Com isso, é possível usar como critérios de qualificação o cargo do lead, o tamanho da empresa, o ramo de atuação, entre outros. A partir disso, fica mais fácil saber quem são os leads mais aderentes a esse perfil.

Planilha Lead Scoring

8. Favorecer a quantidade de leads

Quanto mais lead, melhor? Nem sempre! Quando o assunto é a qualificação de leads, priorizar apenas o número de oportunidades em potencial é uma grande falha que pode afetar a conquista de resultados reais.

Em vez de se deixar levar por um funil lotado de leads, é mais interessante focar em gerar oportunidades com mais chances de conversão. Para isso, é necessário priorizar a qualidade dos leads, em detrimento da quantidade.

Ao fazer isso, o time comercial consegue direcionar melhor os esforços, sendo mais eficiente. Em vez de ter uma equipe de vendas sobrecarregada e com resultados que não refletem os esforços, o time passa a ter uma taxa de conversão maior e fica mais motivado.

9. Utilizar qualquer dado ou métrica

Apesar de ser importante ter dados e indicadores sobre os processos e leads, usar qualquer tipo de métrica apenas por usar é uma grande falha. Isso porque essas informações não serão verdadeiramente úteis e afetarão a estratégia.

Para entender melhor, considere que o blog da empresa é um dos principais canais de geração de leads. É essencial ser capaz de identificar os leads que vêm desse meio para tratá-los.

Porém, simplesmente usar o número de visitas do blog não é suficiente. Afinal, nem todo visitante se tornará um lead qualificado e simplesmente visitar o blog não é sinal de interesse na compra. Em vez disso, é melhor observar dados como downloads de materiais ricos ou visitas a páginas de produtos.

Para não cair nessa armadilha de usar qualquer tipo de dado, o ideal é definir critérios claros de qualificação e contar com ferramentas de automação. Entre as opções, há o RD Station.

Ao implementá-lo, é possível utilizar recursos como o lead tracking para acompanhar o comportamento dos leads. Já o lead scoring permite pontuar as oportunidades de acordo com critérios como frequência de visitas ao site, abertura de e-mails e outras métricas.

10. Não investir no treinamento da equipe

Quando não há investimento na capacitação do time, as chances de ocorrerem perdas de oportunidades na qualificação de leads é muito maior. E isso não vale apenas para o setor de vendas, sendo necessário também capacitar a equipe de Marketing.

Sem treinamentos constantes, os profissionais podem ter dificuldades para identificar oportunidades ou analisar os dados e métricas. Com isso, a tomada de decisão é prejudicada.

Por isso, o ideal é realizar treinamentos internos, workshops e webinars sobre tendências, ferramentas e estratégias, por exemplo. Também estão disponíveis cursos e capacitações diversas.

O importante é que a capacitação seja constante e realizada com alinhamento entre Marketing e vendas. Assim, fica mais fácil garantir que os dois times trabalhem em sincronia.

11. Comprar lista de leads “qualificados”

Sabe quando você deseja encurtar caminho, pega um atalho e termina perdido, gastando mais tempo do que se seguisse na rota original? É isso que acontece quando você recorre a “truques” como comprar lista de leads “qualificados”.

No princípio, essa pode parecer uma ótima forma de encurtar o ciclo de vendas e abastecer o time comercial com mais eficiência. Porém, essa é uma situação bastante prejudicial e que pode causar diversos problemas.

O mais simples deles é a qualidade duvidosa das oportunidades. Pense só: se essa lista está sendo vendida para qualquer empresa que queira comprá-la, não há como garantir que ela está alinhada com o seu cliente ideal.

Inclusive, em muitas listas o lead pode nunca ter ouvido falar do seu negócio, produto ou serviço — ou simplesmente não ter interesse na compra.

Outro grande problema envolve os riscos de conformidade com a LGPD, que é a Lei Geral de Proteção de Dados. Como as pessoas não necessariamente autorizaram o contato, esse tipo de uso das informações pode resultar em multas.

Essa abordagem ainda pode prejudicar a reputação da marca. As pessoas podem ficar incomodadas ao receber uma abordagem não desejada.

E se você ainda não estiver convencido, saiba que abordar leads “qualificados” dessa forma tende a gerar menos engajamento. Isso significa que o time de vendas dedicará tempo e esforço e não terá resultados na mesma proporção — ou mesmo não terá resultados.

Dica: MQL: um guia para gerar Leads Qualificados pelo Marketing!

Como é o seu processo de qualificação de leads?

Além de evitar os erros na qualificação de leads, é preciso criar um processo que funcione para o objetivo final, que é gerar mais vendas. Porém, não existe uma forma única de qualificar leads.

Na verdade, há vários métodos e critérios que podem ser adotados para qualificar as oportunidades. O processo escolhido deve ser aquele que atende melhor às necessidades e capacidades operacionais da empresa. Assim, é possível evitar erros logo no começo da implementação da estratégia.

Inclusive, é possível começar com um processo de qualificação mais simples e adaptá-lo conforme novas necessidades e oportunidades forem percebidas. Nesse caso, esses são os passos básicos:

  • Os dados são inicialmente coletados por formulários online;
  • As informações alimentam um sistema CRM;
  • O sistema atribui uma pontuação para cada lead, conforme os critérios definidos;
  • Os leads são categorizados entre “quente”, “morno” e “frio”;
  • Os leads com alta pontuação, categorizados como quentes, são priorizados e encaminhados para o setor comercial;
  • Os leads mornos e frios podem entrar em um fluxo de nutrição, até que estejam mais preparados para a compra.

As estratégias de geração de leads da concorrência

Uma dica que também considero indispensável é examinar o desempenho de empresas concorrentes na geração de leads. Mesmo que você não conheça os números exatos, é possível entender quais canais eles usam e quais estratégias adotam.

Também é possível se tornar um lead de um concorrente, sabia? Ao preencher um formulário, por exemplo, você pode entender como é feito o contato, qual é o fluxo usado e demais questões.

Essa é uma oportunidade de implementar estratégias que deram certo e entender os erros cometidos. Assim, você evita as falhas no seu processo e pode até se destacar perante o público.

153% mais vendas com o funil de vendas da Rodojacto

Na Orgânica, uma das soluções de Marketing Digital que oferecemos tem a ver com a geração de leads qualificados. E um dos nossos principais cases de sucesso sobre o tema foi com a Rodojacto.

Antes de focarmos nisso, atuamos com campanhas de mídia paga voltadas para o fundo de funil. Para atender às metas ousadas de crescimento, conduzimos uma estratégia de qualificação do público.

O objetivo era realizar uma segmentação precisa do público, focando em atrair as pessoas certas. Isso fez com que o número de visitantes caísse 18% e o número de leads, 45%.

Porém, nossos e-mails temáticos de qualificação tiveram uma taxa de abertura média de 48% e um aumento de 362% no número de leads qualificados pelo Marketing (MQLs). No final, isso levou a um aumento de 153% nas vendas!

O case se destacou tanto que foi um dos 5 melhores Cases de Marketing e Vendas de 2023 pela RD Station!

Acesse para saber mais: 153% mais vendas com a otimização do funil da Rodojacto.

Mais qualificação, mais vendas!

A qualificação dos leads é essencial para ter mais eficiência e resultados. Porém, ela não se preocupa apenas com o fechamento do negócio e também envolve a construção de um relacionamento.

Com leads qualificados, sua empresa poderá crescer de forma muito mais sustentável.

Precisa de ajuda para saber como agir com estratégia? A Orgânica é uma agência de Marketing Digital com mais de 16 anos de expertise e pronta para te ajudar na geração e qualificação dos seus leads!

Garanta o seu diagnóstico personalizado de geração de leads, feito pelos especialistas da Orgânica e totalmente gratuito!

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O poder da brand persona e como personificar sua marca! https://hml.organicadigital.com/blog/brand-persona/ Wed, 18 Sep 2024 03:00:00 +0000 https://hml.organicadigital.com/blog/brand-persona/ Com tantas marcas disputando a atenção do público, se destacar não é fácil. Mas sabe o que realmente faz diferença? Conexão emocional. É aí que entra a brand persona — ou, como eu gosto de chamar, a "alma" da sua marca.

Se pensarmos nos filmes da Marvel, por exemplo, você não torce só pelos heróis por causa dos superpoderes, mas porque você se identifica com eles.

E com as marcas funciona do mesmo jeito! Quando você personifica sua empresa, cria uma identidade que fala direto com o coração do seu público, fazendo com que ele se sinta conectado, como se sua marca fosse aquele personagem favorito de um filme.

Aliado a uma estratégia sólida de Branding, essa é uma forma de se aproximar cada vez mais do público e de gerar mais resultados. Para tanto, separei os passos que você precisa observar para construir e aplicar a brand persona.

Confira!

Passo a passo: como fazer um plano de Marketing Digital em sua empresa

O que é brand persona?

A brand persona é uma representação semi-fictícia que traduz a identidade da marca. Ela funciona como um perfil que reúne as principais características da marca, como:

  • Traças de personalidade;
  • Valores;
  • Tom de voz;
  • Estilo de comunicação.

A ideia é criar uma figura identificável e de fácil reconhecimento. Então o objetivo é tanto fazer com que o público reconheça essa personalidade quanto seja capaz de se identificar com ela.

Para compreender a importância da brand persona, pense no que ocorre quando você lê um livro de ficção. É provável que você se interesse por histórias com personagens bem definidos e até com os quais você se identifica, certo?

Com a brand persona, portanto, a ideia é criar esse personagem representativo da marca, influenciando a forma de se comunicar e de interagir com o público.

Diferença entre buyer persona e brand persona

Também quero destacar que buyer persona e brand persona não são iguais, embora os dois termos sejam comumente confundidos e possam fazer parte da mesma estratégia.

Como você viu, a brand persona é a personificação da marca e demonstra as características pelas quais deseja ser percebida pelo público. É ela quem define como a empresa se apresenta, se comunica e interage com seus clientes e prospects.

Já a buyer persona (ou simplesmente persona) é uma representação detalhada e semi-fictícia do cliente ideal. Ela se concentra em mapear quem é esse cliente: suas dores, necessidades, comportamentos e motivações. Logo, ela se concentra em aspectos como:

  • Dados demográficos do público;
  • Comportamento de compra;
  • Preferências das pessoas;
  • Dores e necessidades;
  • Objeções de compra.

A diferença é bastante clara! A brand persona ajuda a humanizar a empresa, criando uma conexão com o público-alvo. Ela define como a marca se apresenta e se comunica com os clientes e prospects.

No fim das contas, ambas precisam se correlacionar. A brand persona precisa ser atraente e relevante para a buyer persona, ajudando a influenciar a decisão de compra e tornando a marca a escolha preferida do cliente.

Dica: O que é conteúdo e como usá-lo para vender mais?

Como criar uma brand persona?

Criar uma brand persona é quase como embarcar em uma jornada de autoconhecimento da sua marca. Não tem receita de bolo, mas existem algumas estratégias que podem te ajudar a moldar essa personalidade de forma autêntica e atraente!

O primeiro passo é entender onde a sua empresa está agora e onde você quer chegar. Isso significa olhar para o histórico da marca, os valores atuais, e as metas futuras. Basicamente, é sobre quem você é e quem você quer ser no mercado.

Uma das formas mais eficazes de começar é realizando pesquisas de mercado e analisando o cenário ao seu redor — e isso inclui o que seus concorrentes estão fazendo.

Mas não para por aí! Envolver todas as partes interessadas nesse processo é essencial. Aqui, estou falando de todo mundo: funcionários, clientes e até mesmo parceiros podem oferecer insights que vão ajudar a definir os traços distintivos da sua marca.

Afinal, quem melhor para te ajudar a entender como sua empresa é percebida do que quem vive o dia a dia dela ou quem consome o que você oferece?

Outro ponto importante é reconhecer os gaps na comunicação. Quais características você quer que a sua marca transmita, mas ainda não estão claras para o público? 

Masterclass Histórias Que Vendem

Essa percepção é crucial para criar uma identidade que seja não só autêntica, mas também relevante. E lembra que a brand persona não se resume ao visual ou à linguagem que você usa no site ou nas redes sociais! Ela se reflete em tudo: desde o tom de voz nas campanhas até a forma como seus vendedores interagem com os clientes.

Então, para desenvolver uma brand persona consistente, é importante juntar todas essas peças e criar um "manual" que oriente a comunicação da sua empresa de ponta a ponta.

Com isso em mãos, você vai estar preparado para alinhar não só a imagem que passa ao mercado, mas também suas estratégias internas, como lançamentos de produtos, posicionamento de preços e até os eventos que sua marca deve participar.

A seguir, mostro quais são os principais passos para seguir ao criar a brand persona!

Entrevistas com stakeholders

Realizar entrevistas com stakeholders é essencial para ter uma visão única do negócio e seus atributos. Nesse caso, vale a pena conversar com membros-chave da equipe, fundadores e outras partes interessadas, como clientes.

Dessa forma, é possível entender como a marca e sua identidade são percebidos de uma forma mais autêntica. Assim, será mais fácil projetar essas qualidades por meio da brand persona.

Análise da cultura organizacional

Também é essencial avaliar como é a cultura organizacional, incluindo princípios, valores e crenças da empresa. Essa é uma forma de identificar quais são os traços de personalidade valorizados e promovidos dentro da empresa, pois isso pode influenciar a personalidade da marca.

Se o negócio tiver uma cultura mais formal e até rígida, uma brand persona informal e descolada ficará desconectada da realidade. Da mesma forma, projetar uma personalidade séria tendo uma cultura despojada leva a um posicionamento desalinhado.

Avaliação dos atributos de marca existentes

Como a definição da brand persona também considera a situação presente do negócio, analise o material de Marketing existente. Considere elementos como identidade visual, slogan e outras mensagens de marca.

O objetivo é identificar padrões e encontrar pistas sobre a personalidade da marca. Quanto mais alinhados os elementos de Marketing estiverem, mais fácil será identificar esses atributos consolidados.

Dica: Análise SWOT (FOFA): o que é, como fazer e como aplicar

Criação de arquétipos de marca

A definição de uma brand persona também pode envolver os famosos arquétipos de marca. Eles se baseiam no trabalho do psicólogo Carl Gustav Jung, que definiu a existência de padrões universais de comportamento.

Para as marcas, criar seu arquétipo é uma forma de se comunicar com o público de modo mais amplo, gerando uma conexão emocional. Nesse sentido, há 12 tipos principais de arquétipos:

  • Inocente;
  • Sábio;
  • Herói;
  • Mago;
  • Comediante;
  • Amante;
  • Explorador;
  • Cara comum;
  • Rebelde;
  • Criador;
  • Prestativo;
  • Governante.

Cada um desses arquétipos tem características e lemas próprios, bem como empresas mundialmente famosas que se identificam com eles. Para a sua brand persona, é preciso fazer um estudo aprofundado para identificar qual é o ideal para a marca.

Exemplo de brand persona

Para entender como uma brand persona funciona na prática eu trouxe um exemplo muito especial — a própria Orgânica! Em uma iniciativa recente de Branding, criamos uma personalidade forte e extremamente ligada à nossa identidade verbal.

Inspirada em dois arquétipos bem marcantes — o Sábio, que é mais predominante, e o Bobo da Corte, que nos diferencia no mercado —, nossa brand persona traz à tona essas características já presentes na marca, potencializando nossa comunicação.

Mas atenção: esses arquétipos guiam o comportamento e o estilo de falar da Orgânica, mas é importante lembrar que não seguimos os arquétipos de forma rígida. Pegamos apenas o que faz sentido para nossa essência, deixando de lado o que não se alinha com nossos valores!

Para visualizar bem o que estou falando, imagine que a Orgânica é uma pessoa com quem você pode conversar. Ela se apresenta assim:

"Olá! Aqui é a Orgânica falando!

Sou um pouco metódica e também original e irreverente, então você pode esperar muito conhecimento e bom humor nas nossas conversas. 

Meu objetivo final é surpreender e inspirar todos a alcançarem o sucesso. Quando se trata de sucesso, eu meço o meu pelo dos meus clientes. Quero ser uma fonte de inspiração e motivação, sempre entregando resultados significativos e impactantes.

Falhar, para mim, é não aprender, evoluir ou, ainda, não conseguir entregar os resultados que realmente importam. Por ter desistido? Jamais! Sou persistente e busco sempre entregar o meu melhor, pode acreditar.

No mundo do Marketing Digital, vejo um mar de oportunidades para alcançar positivamente a vida das pessoas. Por isso, valorizo a multidisciplinaridade, a inovação e a ligação com a tecnologia, e encontro satisfação ao fazer parte de algo maior e em contribuir para o crescimento e o desenvolvimento dos meus clientes e de quem trabalha comigo.

Para mim, são valores fundamentais o comprometimento, o cuidado, a colaboração, o respeito, a honestidade e a transparência. Estou sempre em busca de evolução, me adaptando às mudanças constantes do mercado, mantendo sempre o bom humor e a sabedoria que são essenciais para mim.

Bora bater um papo e evoluir juntos?"

Essa é a nossa brand persona, uma combinação de conhecimento e leveza, com foco em criar conexões verdadeiras e entregar resultados que realmente fazem a diferença. Quando pensar em como a Orgânica se comunica, é só lembrar dessa "pessoa" que te acompanha no mundo do Marketing Digital!

Ao desenvolver a sua própria brand persona, o ideal é buscar essa autenticidade, garantindo que sua marca tenha uma voz própria e um posicionamento claro para o público.

Incorporando a brand persona nas estratégias

Depois de criar a brand persona, chega o momento de garantir sua aplicação consistente nas estratégias, indo desde as estratégias de Marketing até o atendimento ao cliente.

A consistência, inclusive, é uma peça-chave para fortalecer a conexão emocional, construir uma narrativa coesa e criar experiências unificadas. Criando mensagens coerentes, é possível se diferenciar no mercado e melhorar os resultados.

Inclusive, isso também tem a ver com Branding e com toda a construção de marca. Ana Couto, uma referência na construção de marca, diz que:

“A marca é, o negócio faz, a comunicação fala.”

Ana Couto

Aplicar a brand persona, portanto, é uma forma de unificar esses aspectos.

Confira as estratégias que separei!

Guia prático: como escolher as Melhores Estratégias de Marketing para sua empresa

Humanização da marca

Como a identificação é um ponto essencial do uso da brand persona, vale a pena atribuir a essa representação, características humanas que ressoem com a buyer persona.

Ou seja, o personagem que representa a personalidade da sua marca deve ter características em comum com o tipo de cliente que você deseja atrair.

Para demonstrar isso, é possível utilizar a interação a partir de histórias, de exemplos concretos e até de humor, se for justificado. O objetivo é demonstrar a personalidade da marca em ação.

Uso da linguagem e tom de voz

Para expressar a personalidade da marca de forma completa, é interessante desenvolver uma linguagem e um tom de voz que sejam consistentes. É preciso pensar em como a brand persona falaria com a buyer persona em diferentes situações.

Se a brand persona apresenta atributos de uma personalidade exploradora e aventureira, um tom de voz dinâmico e informal tende a combinar mais. Já uma brand persona jovem provavelmente se comunicará com algumas gírias e referências atuais.

Reformulação da brand persona

Em algumas situações, a necessidade não é criar uma brand persona e sim ajustar ou reformular a personalidade que a marca apresenta. Nesse sentido, há alguns sinais que apontam para essa necessidade, como:

  • Queda nas vendas e perda de força no mercado;
  • Dificuldade para ocupar a posição desejada no setor;
  • Falta de engajamento na comunicação;
  • Diminuição da performance geral.

Esses indícios se relacionam ao fato de Performance e Branding estarem interligados. Com os ajustes necessários, é possível aumentar as chances de atingir os objetivos estratégicos do negócio.

Dica: Conheça o Content+Performance: a metodologia da Orgânica!

Desperte a personalidade da sua marca!

A brand persona é fundamental para fortalecer a identidade da marca. Com uma compreensão profunda sobre as características do negócio — e, se necessário, com ajuda de uma estratégia de construção —, é possível projetar as características da personalidade do negócio e alcançar os resultados desejados.

E, como você viu no exemplo, a brand persona da Orgânica reflete nossos valores, nossa voz e a missão da nossa marca, garantindo uma comunicação consistente e engajadora em todos os contatos, do Marketing Digital até o atendimento ao cliente. Nada mal para uma agência de Marketing Digital como a nossa, não é?

Precisa fortalecer a sua marca e conquistar mais resultado? Garanta gratuitamente o seu diagnóstico de Marketing Digital com a Orgânica!

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